quarta-feira, setembro 08, 2010
sentido.
preciso ler. ouvir. escrever. e mais uma vez ler. ouvir. escrever..
me perder. no que restou de mim.
me esquecer. abandonar-me. enfim.
ser. fragmentos.
mais ser. simples. assim.
segunda-feira, junho 28, 2010
simplesmente
domingo, maio 30, 2010
quarta-feira, maio 12, 2010
nostalgia.
intensamente.
como nunca mais.
esperar.
um longo e cansativo dia.
uma noite breve.
a normalidade das obrigações.
a sedimentação dos sentidos.
a distribuição dos tempos.
a classificação das metas.
a ordenação dos desejos.
e a vida?
ha, pode esperar...
temo.
essa capacidade das palavras serem.
desejo e temor.
temo a materialização do que sinto?
temo asas ao meu ser?
temo depararme comigo?
temo a escuridão de não saber?
o silêncio das perguntas grita em mim.
afinal, o que mais dói.
viver a dor da vida.
ou a dor de não viver?
quinta-feira, março 25, 2010
do alto.
querer-te. amar-te enfim.
ser. ter. viver. sentir.
o que te falta? o que sobra em ti? o que te prende? o que te consome assim? o que deseja? o que procuras? o que temes? o que fazes aqui?
lança-te.. abandona-te em mim.
queira-me. ama-me enfim.
seja. tenha. viva. sinta.
quarta-feira, março 03, 2010
deserto.
Deparei-me cercada de fragmentos. complexos. convexos. disconexos. pedaços do que fui. conjunto do que pareço ser.
Estava frio. um deserto apático.
Estava quente. um deserto árido.
Estava só. como antes. outrora. de volta ao fim.
segunda-feira, janeiro 11, 2010
(im)preciso.
não. não há.
terça-feira, abril 14, 2009
tempo.
segunda-feira, março 30, 2009
domingo, fevereiro 01, 2009
sonho real.
domingo, janeiro 04, 2009
meu.
quinta-feira, dezembro 11, 2008
céu. eu. mar.
eu. o céu. e o mar.
não sei onde começo.
tampouco. onde findo.
eu sinto.
simplesmente.
sinto!
liberdade.
quarta-feira, dezembro 10, 2008
não mais.
domingo, dezembro 07, 2008
quando.
foi quando meu lábios saudosos cantaram.
foi quando minhas mãos cautelosamente desenharam.
foi quando meu coração gritou. silenciosamente gritou.
Em uníssono.
por tanto amor.
quarta-feira, dezembro 03, 2008
não posso.
sou o que me leva a ser. mas sem palavras. desculpa. não posso viver!
sexta-feira, novembro 28, 2008
presente poético.
Meios desejos
"Eu te desejo uma pele coradaPara enfrentar essa tão longa caminhada
E um coração sadio e caloroso
Para que o período frio seja proveitoso
Desejo a você uma cabeça cheia de sonhos
Mas que eles não sejam tão reais a ponto de destruir tudo o que for bisonho
Também te desejo uns discos voadores
Para te livrar dos incrédulos ditos pensadores
Se pra você lágrimas caem bem com o álcool
Não deixe que ele te derrube, e sim te ponha no alto
E os que te julgam desequilíbrio mental
São os que mais sofrem com o bem (?), por desconhecerem o mal (?)
Desejo que você tenha muita paciência
Para com os tolos não agir com indecência
E sempre no bolso um pedaço de papel
Para enviar letras falando sobre a noite escura ou o azul do céu
Te desejo doces, mas com muito açúcar, não
Que fazem mal pra barriga e também pro coração
E que o velho amargo de vez em quando possa surgir
Lembrando aquele antigo amor que ainda se faz urgir
Falando de amor, te desejo um pouco de dor
E que você mostre a si mesma, da maneira que for
Que toda Maria, bonita ou feia, deve ter um lampião e não dizer a ninguém
Que por mais tonto que seja, rouba teu coração e ainda te faz tanto bem
Te desejo pés e mãos além da conta
Para que mesmo rodando tanto, eles não te deixem ficar tonta
E também alguns buracos e espinhos
Que só de abraços e flores não são feitos os caminhos
E para terminar
Te desejo o dom de recomeçar
Quando tudo parecer não mais valer a pena
Evelyn. O.
